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Projecto desenvolve aeroestruturas
O projecto BetterSky, promovido pelo consórcio liderado pela EEA em colaboração com o PIEP, CEIIA e CMT, propõe-se desenvolver, testar ...
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O projecto BetterSky, promovido pelo consórcio liderado pela EEA em colaboração com o PIEP, CEIIA e CMT, propõe-se desenvolver, testar e demonstrar novas metodologias de projecto e qualificação de aeroestruturas em ambiente better design, através de actividades complementares de IDT segundo três grandes linhas de inovação fundamentais:

1) Metodologias de desenvolvimento e qualificação de aeroestruturas;
2) Aplicação e demonstração de novos materiais e tecnologias de fabrico mais competitivas;
3) Novas tecnologias e integração de equipamentos em bancos de ensaios, com especial foco na multifuncionalidade das estruturas e na integração de sistemas e sensorização para monitorização de ensaios e operações de inspecção.

A EEA assegura a coordenação global, integração e disseminação dos resultados junto dos principais players da indústria.

Deste projecto resultarão quatro outputs principais:
1) metodologia integrada de desenvolvimento e qualificação de aeroestruturas assente num conceito inovador orientado para a redução de custos e peso, que a parceria designou por better design;
2) demonstrador da metodologia aplicado a uma estrutura periférica integradora de tecnologias de fabrico estudadas ao longo do projecto;
3) Demonstrador associado à metodologia de desenvolvimento, representando uma estrutura de controlo/sustentadora, que integrará as tecnologias e sistemas seleccionados no curso do projecto (NDT, SHM, etc.);
4) demonstrador da metodologia de ensaios que demonstre a monitorização, integração de sistemas e sequenciação.

Esta iniciativa conta com um apoio público homologado de €7,212,361.50, tendo tido o seu início em Maio 2012 e prolongar-se-á até Janeiro 2015.


PIEP integra projecto europeu ECOPLAST
O projecto europeu ECOplast é dedicado à investigação de novos materiais biocompósitos com base em materiais renováveis para aplicaçã...
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O projecto europeu ECOplast é dedicado à investigação de novos materiais biocompósitos com base em materiais renováveis para aplicação na indústria automóvel.

A crescente consciência ambiental, juntamente com a nova legislação, tem impulsionado a procura de produtos com cada vez maior valor ecológico. A indústria automóvel estabeleceu como meta melhorar o seu balanço de carbono através do aumento da utilização de materiais renováveis no automóvel. As características dos bioplásticos, que estão hoje disponíveis, têm de ser adaptadas para responder às exigências deste sector industrial.

ecoplast
Ao longo dos 4 anos do projecto Ecoplast, investigadores de várias instituições científicas e empresas têm como objectivo desenvolver biocompósitos “feitos à medida” que satisfaçam as especificações exigidas pela indústria automóvel e que sejam passíveis de processamento nas linhas de produção existentes.

A principal linha de investigação deste projecto foca-se na utilização  de bioplásticos disponíveis no mercado (PLA, PHB) e na criação de novos (polímeros à base de proteínas) para utilização como matrizes, modificados com a ajuda de fibras naturais, cargas minerais, nanopartículas e aditivos de forma  a melhorar os seus desempenhos técnicos. Para além do desenvolvimento destes materiais, outro objectivo do projecto é testar  novas tecnologias de processamento e adaptar as actuais às características destes materiais.

Os parceiros envolvidos no projecto são:
- Centro Tecnológico de Automoción de Galicia (CTAG), Espanha (coordenador)
- PIEP Associação – Polo de Inovação em Engenharia de Polímeros, Portugal
- Asociación de Investigación de Materiales Plásticos y Conexas – AIMPLAS, Espanha
- Biomer, Alemanha
- FKuR Kunststoff GmbH, Alemanha
- Fraunhofer-Institut für Umwelt-, Sicherheits- und Energietechnik UMSICHT, Alemanha
- Grupo Antolín – Ingeniería S.A., Espanha
- Megatech Industries Amurrio S.L. (MEGATECH), Espanha
- NanoBioMatters R&D (NMB), Espanha
- Pallmann Maschinenfabrik GmbH & Co, Alemanha
- PURAC, Holanda
- University of Minho (UMINHO), Portugal
- Valtion Teknillinen Tutkimuskeskus (VTT), Finlândia

Mais informação: www.ecoplastproject.com


ESA selecciona consórcio nacional para desenvolvimento da próxima geração de sistemas de protecção térmica
O PIEP – Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros, está neste momento a desenvolver o projecto cTPS - Design of a Crushable TPS ...
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O PIEP – Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros, está neste momento a desenvolver o projecto cTPS - Design of a Crushable TPS for the ERC (Projecto de sistemas de protecção térmica com propriedades de absorção de energia de impacto para cápsulas de reentrada) que se iniciou em Novembro de 2013, sendo financiado pela Agência Espacial Europeia (ESA). O consórcio nacional é formado, além do PIEP, pela ACC -Amorim Cork Composites, pela Critical Materials S.A. (CMT) e pelo ISQ – Instituto de Soldadura e Qualidade.

O projecto cTPS (2013-2014) consiste no desenvolvimento e teste funcional de um sistema de protecção inovador que exercerá simultaneamente funções estruturais e térmicas, permitindo simplificação do processo de reentrada na Terra de cápsulas espaciais. Neste sistema serão combinadas: a capacidade de absorção de energia de impacto na aterragem e também a capacidade de suster as cargas térmicas geradas durante a reentrada na atmosfera terrestre. A solução combinada de ambas as características permite uma solução de elevado desempenho aliada a simplificações significativas nos módulos de reentrada, diminuindo o seu custo e aumentando a sua fiabilidade. A solução em desenvolvimento terá por base um novo sistema material compósito com elevada incorporação de cortiça, estendendo a aplicação deste material a aplicações de maior exigência no sector aeroespacial, onde já está presente.

A combinação de competências é  fundamental para a concretização dos objectivos do projecto, reunindo capacidades que são complementares entre entidades do SCTN (PIEP) e a indústria, e integrando no consórcio todos os actores da cadeia de valor que permitirão tornar a solução comercializável no futuro, desde os serviços de inspecção e teste (ISQ), a fornecedores de tecnologia (CMT/PIEP) e a fornecedores finais da solução (ACC).

 


PIEP em FARNBOROUGH
PIEP participa no Cluster da Aeronáutica, Espaço e Defesa presente em FARNBOROUGH, com visita do Governo de Portugal     Na ...
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PIEP participa no Cluster da Aeronáutica, Espaço e Defesa presente em FARNBOROUGH, com visita do Governo de Portugal

 

 

Na abertura do evento, o Cluster da Aernonáutica, Espaço e Defesa presente em Farnborough, recebeu a visita do Ministro da Defesa, José Pedro Aguiar Branco, do Secretário de Estado da Inovação, Investimento e Competitividade, Pedro Gonçalves, do Director-Geral da DGAEID, MGen. Manuel Gravilha Chambel e do Embaixador de Portugal no Reino Unido, João de Vallera. Para o Ministro da Defesa, "Este é um negócio que já move 1.72 mil milhões de euros em termos de indústrias portuguesas e já gera 20 mil empregos. É uma área de grande relevo para a economia nacional e que está em crescendo", afirmou, em declarações aos jornalistas.

 

Esta visita representa para a PEMAS e para a DANOTEC uma demonstração inequívoca do apoio e destaque que a aeronáutica e defesa necessitam para o futuro da indústria nacional. Este importante momento significa também:

 

- a maturidade crescente do sector aeronáutico nacional, focado numa indústria mais inovadora, a que as associações dos sectores afins estão inevitavelmente associadas;

 

- que as empresas portuguesas entenderam a necessidade de colaborar para se promover e ganhar escala internacional, agregando-se num grupo que exporta cerca de 87% da sua produção;

 

- que as instituições nacionais entenderam a importância da cooperação multidisciplinar e intersectorial para aumentar o potencial de inovação e a capacidade de integração industrial, pois só assim é possível gerar produtos e serviços de alta qualidade competitivos no mercado mundial.

 

A participação em Farnborough reuniu 14 instituições nacionais, que para além das associações PEMAS, DANOTEC e AED, contou com a EADTECH, a MOTOFIL, a OPTIMAL Structural Solutions, a SKYPRO, o projecto NEWFACE, que agrega a ALMADESIGN, INEGI, SET e a EMBRAER Portugal SA; o CEIIA (Centro de Excelência e Inovação para a Industria Automóvel); o ISQ (Instituto de Soldadura e Qualidade) e o PIEP (Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros). No evento, estiveram também presentes a GMV-Skysoft, a OGMA, a TEKEVER, a EDISOFT e a THALES Portugal, também membros destas organizações.


PMI 2014
 International Conference on Polymers and Moulds Innovations
O Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros estará presente na PMI 2014, International Conference on Polymers and Moulds Innovations, que ...
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O Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros estará presente na PMI 2014, International Conference on Polymers and Moulds Innovations, que se realiza na Universidade do Minho em Guimarães do dia 10 ao dia 12 de Setembro de 2014. Esta sexta edição da PMI seguirá a tendência das edições anteriores, onde se reunirão académicos e especialistas internacionais da mais diferentes áreas multidisciplinares do sector dos plásticos e das ferramentas produtivas.

As áreas específicas de interesse a serem abordadas na conferência assentam na fabricação aditiva, processamento de polímeros, desenvolvimento de produto e ferramentas, materiais e o uso sustentável de polímeros reciclados.


 

http://pmiconference.eu


XXX Seminário de Plásticos
A APIP, Associação Portuguesa da Indústria de Plásticos, promove no próximo dia 24 e 25 de Outubro a XXX edição do Seminário ...
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A APIP, Associação Portuguesa da Indústria de Plásticos, promove no próximo dia 24 e 25 de Outubro a XXX edição do Seminário de Plásticos, no Grande Hotel do Luso. Considerado como um dos mais importantes encontros dos profissionais do sector dos plásticos em Portugal, este contará com a presença de Autoridades Governamentais, Industriais, Técnicos, Fornecedores de Matérias-Primas, Maquinaria, Moldes e Utilizadores, permitindo desse modo a partilha de experiências e conhecimentos.

 

Em paralelo com a realização deste Seminário estará patente uma Mini – Exposição, onde algumas Empresas apresentarão os seus Produtos e/ou Serviços.

 

Os temas a serem desenvolvidos no Sábado 25 de Outubro, pelo seu carácter Técnico e formativo, poderão ser considerados como Formação de Activos das Empresas.


Para mais informação e consulta da programação, deverá consultar www.apip.pt.


PIEP cria biopolímero ecológico e resistente
Fibra de celulose de eucalipto gera mais-valia na indústria automóvel, mobiliário e de outros bens de consumo.   Surgido de ...
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Fibra de celulose de eucalipto gera mais-valia na indústria automóvel, mobiliário e de outros bens de consumo.

 

Surgido de uma parceria entre o Polo de Inovação em Engenharia de Polímeros (PIEP) da Universidade do Minho, o Grupo Portucel Soporcel e o Instituto de Investigação da Floresta e Papel (RAIZ), o projeto Valorcel permitiu desenvolver sistemas poliméricos reforçados com fibra de celulose, valorizando a aplicação em produtos ecossustentáveis.

“Estudámos a incorporação de fibra natural de eucalipto, proveniente do processo de produção de pasta de papel, para o reforço de sistemas poliméricos, melhorando de forma muito significativa o seu desempenho mecânico e ambiental”, revela Bruno Pereira da Silva, investigador do PIEP e diretor do projeto. Através do processo de moldação por injeção, foi possível obter uma consola, utilizando os biocompósitos de PP e PLA (com 30% de celulose), mais ecológicos e resistentes do que as soluções existentes.

O objetivo fundamental deste consórcio foi desenvolver compósitos poliméricos cuja integração de fibra natural, nomeadamente a celulose de eucalipto, e a respetiva melhoria do comportamento mecânico, se adequem às aplicações finais de maior exigência a nível de sustentabilidade dos materiais aplicados. O responsável explica que “a fibra de celulose, que deriva da produção de pasta de papel, é combinada com diferentes polímeros sintéticos e biodegradáveis, sendo depois o seu comportamento otimizado, sobretudo para aplicações específicas como em componentes para a indústria automóvel, mobiliário e bens de consumo, por exemplo”.

A pertinência desta linha de investigação e desenvolvimento sustenta-se nas normas de certificação ambientais implementadas em determinados setores industriais e também na constante procura da performance aliada à sustentabilidade. Estas ideias-chave têm levado à introdução de materiais mais ecossustentáveis em componentes plásticos, reduzindo o mais possível o seu impacto ambiental. "Por isso, a substituição de componentes por equivalentes de compósitos de fibras de celulose torna-se uma alavanca para a competitividade, quando baseada no custo e desempenho das matérias-primas”, avança Bruno Pereira da Silva.

Além de apresentarem propriedades estruturais interessantes, os compósitos de fibras de celulose possuem outras características que lhes conferem uma aplicabilidade multifacetada. O responsável declara que “para o setor de produção de fibra de celulose, por exemplo, trata-se de criar novas oportunidades de gerar valor e de escoar produtos e subprodutos, numa atividade estruturada no panorama industrial português”.

Da árvore até ao automóvel

Esta solução amiga do ambiente, económica e de elevada performance mecânica começa na natureza, nomeadamente nas fibras naturais de eucalipto. Com uma posição preponderante nesta fileira, o Grupo Portucel Soporcel gere um património de 120 mil hectares de floresta de eucalipto, desenvolvendo a atividade em toda a cadeia de valor desde a floresta até à produção de pasta de celulose, energia renovável e papel.

Na fábrica de Cacia, em Aveiro, o material lenhoso do eucalipto descascado é destroçado e transformado em aparas de madeira, seguindo-se o cozimento, a lavagem e o branqueamento, resultando daí uma pasta. Esta pasta é então submetida a uma série de testes físicos, químicos e mecânicos no RAIZ, que permitem otimizar a compatibilidade entre a fibra e o polímero. Posteriormente, a pasta de papel é enviada para o PIEP que, após a secagem, efetua a mistura da fibra e do polímero num processo de extrusão de materiais, dando origem a um biopolímero mais resistente e ecológico. De seguida, procede-se a testes de caracterização do biopolímero, essencialmente, de resistência mecânica.

A validação final do biopolímero é verificada através da produção por moldação por injeção de componentes reais como, por exemplo, consolas e painéis de veículos. Os novos produtos comprovam aqui a sua valia ao nível do custo ambiental, incorporando materiais naturais e diminuindo a utilização de matérias-primas fósseis. Numa outra linha, o Valorcel trabalhou ainda alguns subprodutos da produção de fibra de celulose que são menos valorizados.

Parceiros numa aposta promissora

Após a conclusão do projeto, que teve financiamento comunitário do QREN, os resultados alcançados através de dois biopolímeros que podem ser valorizados e com reais possibilidades de serem aplicados permitiram uma aposta segura. Nesta altura, o Grupo Portucel Soporcel procede à avaliação do desenvolvimento industrial dos produtos, com o suporte técnico do PIEP.

Desde a primeira hora, o desafio lançado colocou nos processos de investigação e desenvolvimento três parceiros de referência:
- O PIEP foi criado em 2001 por iniciativa do setor industrial, em estreita colaboração com a UMinho e o IAPMEI, e pretende dar resposta às necessidades de I&DT das empresas de diversos setores de atividade, desenvolvendo novos materiais e apoiando a criação de produtos inovadores, tecnologias de processamento e ferramentas produtivas. Por outro lado, procura também dar um contributo significativo na formação, apoiando o desenvolvimento de recursos humanos com capacidade e experiência em inovação industrial na área da engenharia de polímeros.
- O Grupo Portucel Soporcel assume grande relevo no mercado internacional de papel e de pasta de papel, sendo líder na Europa na produção de papéis de escritório de elevada qualidade. É uma das mais fortes presenças de Portugal no mundo, representando mais de 3% das exportações nacionais de bens. O Grupo ocupa também uma posição de destaque no setor da energia, como primeiro produtor nacional de "energia verde" a partir de biomassa, uma fonte renovável de energia.
- O RAIZ é um organismo privado, sem fins lucrativos, que tem como objetivo reforçar a competitividade dos setores florestal e papeleiro, através da investigação, do apoio tecnológico e da formação especializada. A sua atividade desenvolve-se numa perspetiva de transformar conhecimentos em tecnologia, incrementar a produtividade florestal, aumentar a qualidade da fibra produzida e implementar uma gestão florestal sustentada.


CELOPLÁS - PME Inovação COTEC-BPI 2014
  A Celoplás, Associado Fundador do PIEP, foi distinguida pelo Prémio PME Inovação COTEC-BPI como sendo uma das ...
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A Celoplás, Associado Fundador do PIEP, foi distinguida pelo Prémio PME Inovação COTEC-BPI como sendo uma das duas PME mais inovadoras de 2014, tendo em consideração a sua actividade fortemente baseada em inovação, com elevada vertente exportadora e geradora de resultados económicos de marcada expressão.


Celoplás - Plásticos para a Indústria, SA
Criada em 1989 no distrito de Braga, a Celoplás dedica-se à concepção, desenvolvimento e produção de moldes e componentes de elevada precisão pelo processo de moldação por injecção para as indústrias eléctrica, electrónica, automóvel e, mais recentemente, para o sector da saúde. A empresa possui 150 colaboradores, tendo facturado 23 milhões de euros em 2013, sendo que mais de 95% da sua produção se destina directa e indirectamente à exportação para países Europeus, como Alemanha, Espanha, França, Reino Unido, Hungria, Suécia, Bulgária, bem como outros países, nomeadamente: Brasil, África do Sul, Turquia, Índia ou China. Empresas como Tyco, Bosch, Yazaki, Daimler, Denso, Leica, Browning, Ideal Standard, Visteon ou Preh utilizam componentes produzidos pela Celoplás. A empresa desenvolve toda a sua actividade de acordo com os sistemas de Gestão da  Qualidade, Ambiente e Inovação, possuindo também fortes ligações ao meio académico, no qual se destacam as colaborações com as Universidades  de Coimbra (IPN), do Porto (DEMEc e INEGI) e do Minho, onde a Celoplás foi fundadora do Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros (PIEP). Projectos de IDI nos quais a empresa apostou incluem o desenvolvimento, concepção e fabrico de componentes à escala micro (ex. micro conectores de fibras ópticas), assim como o  desenvolvimento de dispositivos para aplicações médicas utilizando materiais poliméricos.

 


Conselho Consultivo Para o Investimento e Emprego Visitou o PIEP
  Vocacionado para converter ideias em produtos, o PIEP reúne um alargado conhecimento num conjunto de domínios tecnológicos e ...
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Vocacionado para converter ideias em produtos, o PIEP reúne um alargado conhecimento num conjunto de domínios tecnológicos e científicos que permitem suportar, de forma integrada, todos os processos da cadeia de desenvolvimento de produto/sistemas em plástico. Terceira reunião do Conselho Consultivo do Presidente do Município de Guimarães decorreu neste polo de inovação.

 

O desenvolvimento de linhas de investigação para a conceituada multinacional Bosch e a realização de testes e ensaios de componentes de aviões para o projeto Bettersky, o maior da história no âmbito da capacitação da indústria portuguesa aeronáutica, têm em comum o concelho de Guimarães, onde está instalado, perto do Castelo, junto às residências universitárias, em Azurém, o Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros (PIEP), visitado esta segunda-feira, 23 de março, pelos membros do Conselho Consultivo para o Investimento e Emprego, criado por Domingos Bragança, Presidente do Município.

 

Além do desenvolvimento em Guimarães do conhecido projeto “HMIEXCEL”, protocolado entre a Universidade do Minho e a Bosch, onde o PIEP é responsável, desde 2012, pela componente técnica de desenvolvimento de chassis em plásticos e pelo fornecimento de informação para o design do PCB (plataforma de cálculo para um carregamento térmico), as competências tecnológicas e científicas deste instituto orientam-se para os mais diversos setores de aplicação à escala global, dos quais se destacam os transportes e mobilidade (aeronáutica, automóvel e ferrovia), saúde, ambiente, energia, construção, indústrias criativas e bens de consumo.

 

«É importante que se estabeleçam contratos e parcerias com os centros de conhecimento, pois permitirão às empresas dar saltos qualitativos, produzir valor e riqueza. Esta reunião dessacraliza a relação e estreita contactos», considerou Domingos Bragança, Presidente da Autarquia, numa sessão onde esteve presente o Vice-Reitor da UMinho, José Mendes, a CEO da empresa TMG Automative, a Comendadora Isabel Furtado, o Administrador da empresa AMTROL-ALFA, Tiago Oliveira, o Presidente da Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, João Costa, e o Presidente do Conselho de Administração e Diretor do PIEP, João Oliveira Cortez e Rui Magalhães, respetivamente, entre outras individualidades do tecido empresarial e sistemas de ensino.

 

CRIAÇÃO E TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTO

Com 38 funcionários, o PIEP, entidade privada de I&DT criada a 18 de Abril de 2001 por iniciativa do setor de plásticos e moldes, em estreita colaboração com a Universidade do Minho, através do Departamento de Engenharia de Polímeros (DEP-UM) e do IAPMEI, registou uma faturação de 2 milhões de euros, em 2014. Dispondo de uma tecnologia laser única na Península Ibérica (LDS - Laser Direct Structuring), este instituto faz desenvolvimento de “3D-MID”, permitindo a integração de layouts de circuitos eletrónicos diretamente em peças moldadas por injeção de plásticos, possibilitando assim a produção de antenas de telemóvel, sensores ou circuitos eletrónicos para automóveis.

 

O PIEP desenvolve e apoia a criação de produtos inovadores, tecnologias de processamento e ferramentas produtivas, bem como potencia a criação e a transferência de conhecimento resultante da atividade de parceria com a indústria no domínio da engenharia de polímeros e compósitos. Ocupando uma área total de 3000 m2 e um investimento superior a 7 milhões de euros, as instalações reúnem condições de excelência para o exercício da atividade de I&DT em parceria com a indústria nacional e estrangeira de variados setores.

 

O Conselho Consultivo para o Investimento e o Emprego em Guimarães é um órgão de consulta, apoio e participação na definição das linhas gerais de atuação do Presidente da Câmara Municipal de Guimarães e na identificação de áreas estratégicas para o desenvolvimento da economia do concelho que visem a dinamização da atividade económica e a criação de emprego. O Conselho Consultivo é constituído por membros designados por inerência de cargo das instituições representadas, que têm natureza efetiva, e membros convidados, que têm natureza transitória e rotativa. O órgão é composto, no máximo, por 60 membros e tem uma Comissão Executiva constituída por 11 membros.


PIEP envolvido no futuro da navegação automóvel
A Bosch Portugal e a Universidade do Minho encontram-se a "criar o futuro" da navegação automóvel, através do desenvolvimento do "...
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A Bosch Portugal e a Universidade do Minho encontram-se a "criar o futuro" da navegação automóvel, através do desenvolvimento do "maior projecto" nacional de investigação e desenvolvimento (I&D), onde apresenta como parceiro de investigação o PIEP.

 

 

O projecto HMIEXCEL, orçamentado em 19,3 milhões de euros e a desenvolver até Julho de 2015, envolve equipas multidisciplinares adstritas a 14 linhas de I&D e em três domínios de aplicação: desenvolvimento de produto, controlo de qualidade e gestão da produção.


O HMIEXCEL tem como objectivos o desenvolvimento e aperfeiçoamento de produtos aplicáveis na indústria automóvel em termos de interface homem-máquina, sistemas de informação, de navegação, de entretenimento e segurança, utilizando novos materiais para a construção de equipamentos e ainda ferramentas inovadoras em processos e procedimentos ligados à produção.


O PIEP encontra-se envolvido em três linhas de I&D, nomeadamente:


· Linha I&D 1 – Chassis autorrádios sem parafusos (Screwless chassis)

Desenvolvimento de um chassis sem parafusos para autorrádios e sistemas de navegação, para contornar as desvantagens inerentes à utilização de parafusos (produção de limalha e tempo de produção). O objectivo é que estes sejam total ou parcialmente eliminados e substituídos por soluções de encaixe.


· Linha I&D 2 – Chassis autorrádios em plástico (Chassis with plastic housing)

Desenvolvimento de chassis poliméricos para autorrádios e sistemas de navegação com base em materiais poliméricos. Com o intuito de contornar as desvantagens inerentes à utilização de chassis metálicos (produção de limalhas, peso e processo de fabrico), é esperado que estes sejam totalmente substituídos por chassis fabricados em materiais poliméricos. Estes deverão ser capazes de manter, ou até melhorar, a performance térmica, EMC e mecânica dos actuais chassis metálicos.


· Linha I&D 6 – Prevença de empenos em PCB’s (PCB Warpage prevention)

Desenvolvimento de um conceito e ferramentas que permitam prevenir, antes do fabrico de PCB’s, os empenos que poderão acorrer durante o processo de fabrico e/ou durante o seu funcionamento.

Investigação baseada na simulação térmica dos materiais constituintes do PCB (placa de circuito impresso), através da qual é possível determinar o comportamento da placa quando sujeita a altas temperaturas. O desenvolvimento tem por base a construção de uma aplicação computacional, com base em teorias de homogeneização e cálculo por elementos finitos, capaz de prever empenos em PCB’s.


Workshop: Caracterização de Polímeros
  O PIEP em colaboração com a Paralab está a organizar, de 11 a 14 de Maio, um workshop na área de Caracterização de Polímeros.   ...
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O PIEP em colaboração com a Paralab está a organizar, de 11 a 14 de Maio, um workshop na área de Caracterização de Polímeros.

 

Será um curso muito abrangente, cobrindo diversas técnicas avançadas de Caracterização de Polímeros. Cada tema terá a apresentação teórica durante a manhã e componente prática durante a tarde.

 

Para a realização da inscrição deverá ser enviado um email para geral@piep.pt .

 

 

Temas a abordar:

  • Dia 1—Calorimetria Diferencial de Varrimento (DSC) e Análise Termogravimétrica (TGA)
  • Dia 2—Análise Mecânica Dinâmica (DMA) e Análise Dieléctrica (DEA)
  • Dia 3—Reologia
  • Dia 4—Cromatografia de permeação em gel (GPC)

 

 

Inscrições/participante (aos valores tabelados acresce o IVA à taxa em vigor)

Associados PIEP

Não Associados

Estudantes*

Até 23 de Abril

340 €

€ 420

295 €

Após 23 de Abril

365 €

€ 460

335 €

*Os estudantes deverão enviar comprovativo desta sua condição.

Almoços e coffee breaks incluídos.

Transferência bancária – NIB: 0033 0000 4526 3668 4300 5

 

 

Condições Gerais

A organização respeitará a ordem cronológica das inscrições, com prioridade para os associados do PIEP.

 

Política de devoluções: Haverá direito à devolução de 80% da importância liquidada caso se verifique a anulação da inscrição até 22 de Abril. Depois desta data, a anulação da inscrição confere o direito ao reembolso de 50% da quantia.

 

 

Como Chegar:

 

Morada

PIEP - Pólo de Inovação em Engenharia de

Polímeros

Universidade do Minho, Campus de Azurém

4800-058 Guimarães - PORTUGAL

Coordenadas GPS

N 41º 27' 08" ; W 8º 17' 13"

 

Contactos

T +351 253 510 050 | F +351 253 510 059

Email: geral@piep.pt | http://www.piep.pt

 

 

Onde ficar:

 

A reserva de alojamento será feita directamente pelos Participantes.

A organização negociou preços especiais com algumas unidade hoteleiras

Tarifa especial com referência ao evento “Workshop Caracterização de Polímeros – PIEP”

 

 

Hotel São Mamede

Twin/Casal – 34,00€ c/ peq. alm.

Single – 25,00€ c/ peq. alm.

reservas@smamedehotel.com

Telf. 253 513 092/3

 


 

IBIS Guimarães

Duplo – 50,00€ c/ peq. alm.

Single – 43,50€ c/ peq. alm.

H3230@accor.com

Telf. 253 424 900

 

 

 

Hotel Villa Guimarães ****

Individual ou duplo – 50,00€

Pequeno-almoço – 6,00€ (opc.)

guimaraes@stayhotels.pt

Telf. 253 421 440

 

 

 

 


Polímeros 2015
Guimarães, entre sexta-feira, 26-06-2015 e sábado, 27-06-2015   Jornadas organizadas pelo PIEP, DEP e IPC com o objetivo de reunir ...
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Guimarães, entre sexta-feira, 26-06-2015 e sábado, 27-06-2015

 

Jornadas organizadas pelo PIEP, DEP e IPC com o objetivo de reunir industriais, técnicos, investigadores, estudantes e docentes que desenvolvem a sua atividade no domínio da Ciência e Engenharia de Polímeros e Compósitos.

 

As jornadas Polímeros 2015, a realizar em 26 e 27 de Junho em Guimarães, pretendem reunir industriais, técnicos, investigadores, estudantes e docentes que desenvolvem a sua atividade no domínio da Ciência e Engenharia de Polímeros e Compósitos, de modo a constituírem um fórum de troca de experiências e de discussão dos desafios tecnológicos e científicos associados a estes materiais.

 

A importância da cidade de Guimarães enquanto pólo nacional de Ciência e Engenharia de Polímeros é indiscutível. O Departamento de Engenharia de Polímeros (DEP) da Universidade do Minho tem vindo, há várias décadas, a formar licenciados, mestres e doutorados, que colaboram em múltiplas empresas e entidades nacionais e internacionais. O Instituto de Polímeros e Compósitos (IPC/I3N) e o Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros (PIEP) desenvolvem uma importante atividade de investigação e de inovação científica e tecnológica, com impacto nacional e internacional.

 

Assim, durante um dia e meio, pretende-se reunir industriais do setor e alumni, estudantes, docentes e investigadores, para apresentar e discutir experiências, bem como inovações e tendências científicas, tecnológicas e de mercado, quer como apresentações orais convidadas ou como posters.

 

Mais informações em www.polimeros.eu


PIEP participa no lançamento da Agenda Estratégica de Investigação Europeia para a Indústria dos Plásticos
  A Agenda Estratégica de Investigação para a Indústria dos Plásticos foi oficialmente lançada na Assembleia Geral da ECP4 (...
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A Agenda Estratégica de Investigação para a Indústria dos Plásticos foi oficialmente lançada na Assembleia Geral da ECP4 (European Composites, Plastics and Polymer Processing Platform), realizada no dia 29 de Maio de 2015 em Bilbao na Mondragon Corporation.

A Agenda é um marco importante para a definição dos futuros desafios de Investigação e Inovação do sector dos Plásticos na Europa, e para o aumento da visibilidade da Comunidade de Investigação no panorama Europeu.

A Agenda Estratégica de Investigação será desenvolvida pelos membros da ECP4 com o suporte da PlasticsEurope (Association of Plastics Manufacturers) e da EuPC (European Plastics Converters).

 

O PIEP enquanto membro fundador da ECP4 (European Composites, Plastics and Polymer Processing Platform), tem-se pautado por ter uma participação ativa na plataforma, contribuindo para que hoje possa participar de forma decisiva na definição da Agenda Estratégica de Investigação para a Indústria dos Plásticos.


http://www.ecp4.eu


PIEP no Paris Airshow 2015
Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros da Universidade do Minho, participa num dos maiores eventos internacionais de Aeronáutica, ...
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Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros da Universidade do Minho, participa num dos maiores eventos internacionais de Aeronáutica, Espaço e Defesa, em Paris.

 

 

O PIEP, Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros, participou no Salão Internacional de Aeronáutica, Espaço e Defesa, em Le Bourget, no arredores de Paris, onde durante o evento, recebeu entre outras, a visita do Vice-Primeiro-Ministro, Paulo Portas, do Comissário Europeu, Pierre Moscovici, responsável pelos Assuntos Económicos e Financeiros, Fiscalidade e União Aduaneira, da Secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, Berta Cabral, do Secretário de Estado da Inovação, Investimento e Competitividade, Pedro Gonçalves, do Presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Miguel Frasquilho, e do Director Executivo do Clean Sky Joint Undertaking, Eric Dautriat.

 

Estas visitas representam para o PIEP uma demonstração inequívoca do apoio e destaque que a aeronáutica e defesa necessitam para o futuro da indústria nacional.

 

A participação do PIEP em Le Bourget, encontrou-se inserida no Pavilhão de Portugal dinamizado pela PEMAS (Associação Portuguesa da Industria Aeronáutica).


XXXI Seminário de Plásticos
APIP | Associação Portuguesa da Indústria de Plásticos apip.lisboa@apip.pt  | www.apip.pt
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PIEP na Moldplas 2015
O PIEP esteve presente na Moldplas 2015, feira de máquinas, equipamentos, matérias primas e tecnologias para a indústria dos moldes e ...
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O PIEP esteve presente na Moldplas 2015, feira de máquinas, equipamentos, matérias primas e tecnologias para a indústria dos moldes e plásticos, que se realizou na Exposalão - Batalha entre os dias 28 e 31 de Outubro.


 

A participação do PIEP na exposição, permitiu apresentar ao sector dos plásticos e dos moldes, as suas competências nos domínios do desenvolvimento e caracterização de materiais, da engenharia de produto e das tecnologias de processamento e os projectos inovadores nas áreas dos compósitos termoplásticos, bioplásticos e da integração de electrónica em componentes em plástico - plastronics.

 

Atendendo aos projectos apresentados, é de salientar o projecto Hybridtec, desenvolvimento de tecnologia “low-cost” de produção de estruturas em compósito, o qual teve grande impacto junto dos visitantes.

O desenvolvimento do projecto HybridTec possibilitou a produção de uma estrutura horizontal de um assento automóvel, através da tecnologia de moldação por injecção, onde ocorre a integração do processo de termoformação de CFRTs e o processo de sobremoldação do material termoformado com incorporação de insertos metálicos.

A tecnologia apresentada focou-se na produção de grandes séries, como sendo o mercado automóvel de média gama, onde é possível obter um produto com um custo mais reduzida através da utilização de materiais de mais baixo custo e de uma tecnologia de processamento automatizada.


PIEP destacado pela Alumni UMinho
Criado em Abril de 2001, por iniciativa do setor industrial, em estreita colaboração com o DEP (Departamento de Polímeros da Universidade do ...
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Criado em Abril de 2001, por iniciativa do setor industrial, em estreita colaboração com o DEP (Departamento de Polímeros da Universidade do Minho) e o IAPMEI (Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas), o PIEP é uma associação privada que funciona como uma interface universidade/empresa. Está sediado no campus de Azurém, em Guimarães, tendo mais de 80 % de empresas na composição da sua estrutura associativa tripartida: indústria, entidades públicas e associações empresariais.


 

​O DEP desenvolveu, desde a sua génese, um trabalho muito próximo do universo das empresas, em diversos setores de atividade, em particular dos plásticos e dos moldes. Estes dois setores entenderam que seria benéfica a criação de uma infra-estrutura que pudesse estar dedicada, a tempo inteiro, às suas necessidades de ID&T, desenvolvendo novos materiais e apoiando a criação de produtos inovadores, tecnologias de processamento e novas ferramentas produtivas. Pretendia-se também dar um contributo significativo à formação e desenvolvimento de recursos humanos, com capacidade e experiência em inovação industrial na área de engenharia de polímeros.​


O PIEP desenvolve produtos e tecnologias para vários setores industriais, nomeadamente da mobilidade (automóvel, aeronáutica e ferrovia), ambiente e energia, embalagem, calçado, eletrónica, telecomunicações e construção. “Somos bastante solicitados pelas empresas nacionais e estrangeiras que nos trazem constantemente novos desafios. O PIEP acaba por ser um parceiro importante na concretização dos seus objetivos e ideias”, explica o Diretor Geral, Rui Magalhães, ele próprio um ex-aluno do DEP. Esta parceria traduz-se na adoção de uma estratégia de baixo risco em termos de desenvolvimento, que permite encontrar soluções para os problemas num quadro temporal compatível com o modelo de negócio das empresas. “Eu costumo dizer que nós atuamos neste tipo de projetos de desenvolvimento mais como parceiro do que como fornecedores e até como um fator de alavancagem naquilo que é o processo de inovação, ou seja, minimizamos os danos das estratégias menos corretas de abordagem a um determinado problema, diminuindo o risco dos processos e dando uma resposta de facto rápida e precisa”, realça ainda Rui Magalhães.

 

​​Em termos de orgânica, o PIEP é uma infra-estrutura única em Portugal, uma vez que o seu Conselho de Administração é maioritariamente liderado por pessoas do meio industrial e não do meio académico. Esse aspeto particular e diferenciador tem também a vantagem de o alinhar estrategicamente com aquilo que são as expectativas da indústria. “Esta mensagem está focada e explícita neste modelo de organização, em que a indústria assume um papel importante na definição estratégica que cabe a um órgão como o Conselho de Administração. Queremos alinhar o PIEP com aquilo que são, de facto, os desígnios da comunidade industrial,” refere o Diretor-Geral.


Pólo de Inovação ocupa atualmente uma área de 3000 metros quadrados, completamente infra-estruturada, em grande parte com características industriais, e possui equipamento de ponta, o que corresponde a um investimento superior a 6.5 milhões de euros. “Começamos em instalações cedidas pelo Departamento de Engenharia de Polímeros, de 2001 até 2007, ano em que concluímos a parte física da infra-estrutura. No início éramos quatro colaboradores e neste momento somos 40; temos vindo a crescer de uma forma sustentada, na medida em que o nosso volume de negócios anual, que hoje ronda os 2.1 milhões de euros anuais, tem acompanhado proporcionalmente a tendência de aumento dos recursos humanos”, relata Rui Magalhães. Uma vez que o contexto nacional é e continuará a ser no futuro determinante da sua atividade, o PIEP trabalha principalmente com empresas portuguesas, mas nos últimos anos tem vindo a desenvolver atividades noutros países, nomeadamente na Alemanha, França, Brasil e Estados Unidos.

 

O PIEP tem integrado bastantes recém-diplomados da academia minhota e investido na sua formação, não só no domínio dos polímeros, mas também noutras áreas próximas do trabalho cada vez mais abrangente que desenvolve. “Algo que verificámos nos últimos anos foi termos necessidade de reforçar as nossas competências com outro tipo de conhecimento, porque, de facto, os projetos são cada vez mais multidisciplinares e hoje temos alunos com formação em mecânica, física, química, engenharia biomédica, engenharia biológica, etc. Cria-se, assim, uma dinâmica muito interessante de cruzamento de vários conhecimentos, que nos permite abordar projetos cada vez mais complexos e integrados”, realça o Diretor Geral do PIEP.



Como ex-aluno do curso de Engenharia de Polímeros, Rui Magalhães salienta a importância que a passagem pela UMinho teve para o seu percurso profissional: “Ter uma licenciatura no domínio dos polímeros, ou seja, de elevado grau de especialização, deu-me uma vantagem face a outras licenciaturas de mais largo espectro. Este facto deu-me a oportunidade de afirmação e crescimento num ambiente muito competitivo. A Universidade do Minho, em particular o DEP já tinha, nessa altura, reconhecido mérito internacional.”


Enquanto estudante, proveniente de S. João da Madeira, a instituição de ensino minhota tornou-se especial para o atual dirigente do PIEP pela sua camaradagem, espírito de entreajuda e por ser uma Universidade jovem, em formação e crescimento. Hoje, enquanto alumnus, diz ser “um enorme orgulho pertencer a esta academia. Igualmente uma responsabilidade e um estímulo para dar continuidade à afirmação dos seus valores. É uma instituição com um projeto em que acredito. A iniciativa Alumni UMinho é ímpar. É uma academia diferente, para melhor.”

 

 


https://alumni.uminho.pt/pt

 



Primeiro-Ministro visitou o PIEP
O Primeiro-Ministro, António Costa, veio hoje a Guimarães, onde visitou as instalações do Pólo de Inovação em Engenharia de Polí...
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O Primeiro-Ministro, António Costa, veio hoje a Guimarães, onde visitou as instalações do Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros (PIEP), localizado no Campus de Azurém da Universidade do Minho.


 

Acompanhado pelo Reitor da Uminho, António M. Cunha, e pelo Presidente da Câmara de Guimarães, Domingos Bragança, o governante ficou a conhecer a atividade desta entidade tecnológica e científica, que desenvolve e apoia a criação de produtos inovadores, tecnologias de processamento e ferramentas produtivas, bem como potencia a criação e a transferência de conhecimento resultante da atividade de parceria com a indústria no domínio da engenharia de polímeros e compósitos.

 

A visita realizou-se depois de ser formalizada, na Reitoria da Uminho, uma parceria do projeto de Investigação e Desenvolvimento (I&D), realizada pela Bosch Car Multimedia Portugal e a UMinho.

 

 

 

http://www.guimaraesdigital.com/

 


Primeiro-ministro na assinatura do contrato de inovação entre a UMinho e a Bosch
O primeiro-ministro António Costa esteve a 4 de março, em Braga, na oficialização da segunda fase do projeto de Investigação ...
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O primeiro-ministro António Costa esteve a 4 de março, em Braga, na oficialização da segunda fase do projeto de Investigação e Desenvolvimento (I&D) realizado em parceria pela Bosch Car Multimedia Portugal e pela Universidade do Minho (UMinho). O projeto, considerado pelo Governo como sendo de interesse estratégico nacional, tem como foco o desenvolvimento de soluções que vão moldar o futuro da mobilidade. Previa, ainda, um investimento de 55 milhões de euros e o registo de 22 patentes até 2018.


A cerimónia de assinatura do protocolo iniciou às 9h30, com uma visita do primeiro-ministro às instalações da Bosch em Braga, seguida da assinatura do protocolo às 10h45, no salão medieval da Reitoria da UMinho. Estiveram presentes o reitor António M. Cunha, os administradores da Bosch, Carlos Ribas e Lutz Welling, bem como o presidente da AICEP, Miguel Frasquilho.
A primeira fase da parceria de I&D entre a Bosch e a UMinho contou com um investimento de 19M€ entre 2012 e 2015, permitindo o registo de 12 patentes. A segunda fase da parceria – denominada “Innovative Car HMI” – prevê o investimento de cerca de 55M€ e vai exigir a contratação de mais de 90 novos engenheiros pela Bosch, com diferentes especializações para a área de Investigação & Desenvolvimento, e 170 bolseiros de diferentes Escolas da UMinho. Serão, no total, mais de 550 profissionais altamente qualificados a trabalhar exclusivamente no projeto.
Para o reitor da UMinho, António M. Cunha, esta parceria é "o resultado do sucesso da colaboração dos últimos anos”, acrescentando que “a Bosch desafiou a UMinho para um novo, ambicioso e exigente programa de desenvolvimento, baseado em dois projetos de inovação – o INNOVCAR e o iFACTORY –, iniciados em julho de 2015. São dois grandes projetos na fronteira do conhecimento nos domínios da realidade aumentada; da condução autónoma; da interface homem-máquina; da flexibilidade produtiva e inteligentenovas metodologias de conceção de dispositivos eletrónicos e do controlo de processos”, realçou.



A Bosch está a investir em inovação como estratégia de consolidação do negócio no país. Nos últimos anos, conseguiu trazer para Braga novos projetos de I&D, incluindo, mais recentemente, o desenvolvimento de software. Hoje desenvolve não apenas soluções para a divisão de Multimédia Automóvel, onde é a principal fábrica no mundo, mas também para outras divisões da Bosch, como é o caso dos sensores de ângulo de direção do ESP (Programa Eletrónico de Estabilidade). “Portugal é um parceiro estratégico para a Bosch. A nossa aposta na I&D acaba por ser também uma força motriz para o crescimento da produção em Portugal, como mostram as previsões de crescimento das vendas, que devem ultrapassar os mil milhões de euros já em 2016, e o plano de contratar 1000 colaboradores até 2018”, afirma Carlos Ribas, representante da Bosch em Portugal.

A Bosch é pioneira no desenvolvimento de soluções para a “Indústria 4.0”. Neste âmbito a Bosch e a UMinho estão a desenvolver e implementar nas instalações fabris em Braga uma estratégia de inovação integrada que envolve a I&D de novos materiais e dispositivos para controlo da qualidade, industrialização, fabrico e gestão integrada e inteligente da fábrica.

 

 

 

 

https://www.uminho.pt/PT



PIEP apresenta protótipo inovador na maior feira internacional de compósitos
Estrutura de assento automóvel produzida em compósitos termoplásticos em destaque no “Auto Planet” da JEC World 2016.     O ...
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Estrutura de assento automóvel produzida em compósitos termoplásticos em destaque no “Auto Planet” da JEC World 2016.

 

 

O Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros da Universidade do Minho apresentou na JEC World 2016 de 8 a 10 de Março, em Paris, o demonstrador inovador de uma estrutura horizontal de um assento automóvel, totalmente produzido em compósitos termoplásticos num único processo de injeção. O protótipo apresentado foi selecionado pela JEC World 2016 para figurar entre as 20 soluções internacionais mais inovadoras a expor no “AUTO Planet”.

Criado pela primeira vez este ano, o “AUTO Planet” pretendeu destacar a incrível mutação que se está a verificar no domínio dos materiais, em especial na utilização de compósitos na indústria automóvel, através da apresentação de produtos inovadores e icónicos desenvolvidos a nível internacional.

 

Sendo o PIEP a primeira entidade nacional a expor na área “Planet” da JEC, ao lado de outras inovações apresentadas pela Lamborghini, Faurecia e BMW, esta presença permitiu reforçar o posicionamento do PIEP enquanto entidade de referência no desenvolvimento de soluções inovadoras no domínio dos polímeros e compósitos.

 

O demonstrador apresentado pelo PIEP foi desenvolvido no âmbito do projeto Hybridtec, realizado em co-promoção com as empresas nacionais DT2, Mptool e The Rapid Manufacturing Center DT2, e apoiado pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional, QREN. A solução inovadora foi totalmente desenvolvida em Portugal e caracteriza-se por uma elevada integração (diminuição do número de componentes), redução de peso (41%) e redução de custos de produção (13%), comparativamente com as soluções metálicas, abrindo deste modo novas oportunidades de desenvolvimento que se estendem para além do sector automóvel.

 


Sobre PIEP inovação em compósitos termoplásticos (Hybridtec): https://youtu.be/C3d4I9fJA-w

 


Jornadas Tecnológicas Polímeros 2016
Após o sucesso alcançado em 2015, o PIEP – Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros, o DEP - Departamento de Engenharia de ...
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Após o sucesso alcançado em 2015, o PIEP – Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros, o DEP - Departamento de Engenharia de Polímeros da Universidade do Minho e o IPC - Instituto de Polímeros e Compósitos, em parceria com a Câmara Municipal de Guimarães, organizam a segunda edição das jornadas tecnológicas –Polímeros2016, a terem lugar nos dias 1 e 2 de Julho no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Vila Flor, em Guimarães.

 

 

As jornadas Polímeros2015 tiveram um impacto muito positivo nos cerca de 150 participantes oriundos tanto da indústria como da comunidade académica. Para tal, muito contribuíram a elevada qualidade dos oradores e a diversidade dos tópicos tratados nas suas apresentações, que suscitaram uma discussão viva e interessante. Deste modo, a 2ª edição dessas jornadas, designadas por Polímeros2016, pretende afirmar este evento como um fórum periódico de referência de discussão técnica e científica para todos os que desenvolvem actividade no domínio da Ciência e Engenharia de Polímeros e Compósitos, nomeadamente técnicos e gestores, investigadores, docentes e estudantes.

 

A importância da cidade de Guimarães enquanto polo nacional de Ciência e Engenharia de Polímeros é indiscutível. O DEP tem vindo, há várias décadas, a formar licenciados, mestres e doutorados, que colaboram em múltiplas empresas e entidades nacionais e internacionais. O IPC e o PIEP desenvolvem uma importante actividade de investigação e de inovação científica e tecnológica, com impacto nacional e internacional.

 

Assim, durante um dia e meio, pretende-se reunir industriais do sector e alumni, estudantes, docentes e investigadores, para apresentar e discutir experiências, bem como inovações e tendências científicas, tecnológicas e de mercado, quer como apresentações orais convidadas ou como posters.

 


Encontre em www.polimeros.eu toda a informação acerca das Jornadas, e inscreva-se.


Curso avançado de um dia e meio, a realizar-se nas instalações do PIEP.     Com o objectivo de transmitir conhecimentos té...
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Curso avançado de um dia e meio, a realizar-se nas instalações do PIEP.

 

 

Com o objectivo de transmitir conhecimentos técnico-científicos actualizados aos profissionais da indústria, em tópicos específicos da Ciência de Polímeros. E ainda rever técnicas de caracterização, com foco no controlo de qualidade e na análise de falhas.


Antecede às Jornadas Polímeros 2016, e apresenta o seguinte programa:

 

Dia 29 de Junho

1. Estrutura molecular de polímeros;

2. Cristalinidade em polímeros;

3. Noções básicas de elasticidade, viscoelasticidade, transições da 1ª e 2ª ordem (transição vítrea, fusão);

4. Estrutura química e física de polímeros e sua relação com Tg e Tm;

5. Aditivação e modificação de polímeros;

6. Comportamento mecânico – noções básicas;

 

Dia 30 de Junho

7. Noções teóricas de FTIR, DSC e TGA;

8. Prática laboratorial de FTIR, DSC e TGA.

 

Docentes:

Ana Vera Machado

Maria Conceição Paiva

Zlatan Denchev

Fernando Duarte

(Docentes doutorados do Departamento de Engenharia de Polímeros da Universidade do Minho).

 

Encontre no website toda a informação acerca do curso e inscreva-se.

(Número limitado de participantes).

 


PIEP inicia desenvolvimento de seringa com vantagens para a saúde pública
O consórcio nacional liderado pela empresa Muroplás  e que integra a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC) e o Pólo ...
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O consórcio nacional liderado pela empresa Muroplás  e que integra a Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC) e o Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros (PIEP) da Universidade do Minho, encontra-se a desenvolver uma seringa de múltipla câmara de libertação sequencial que visa melhorar a prática clínica de administração endovenosa de medicamentos e soros.

Seringa DUO, assim se chama o novo dispositivo médico que tem potencial para revolucionar a enfermagem hospitalar e que vai permitir o carregamento e a administração endovenosa sequencial de dois fluidos diferentes – fármaco e solução para limpeza do cateter – sem que haja necessidade de troca de seringas.

Entre as vantagens para a saúde pública resultantes do uso da Seringa DUO contam-se a redução do risco de infeção através da diminuição do número de manipulações, o aumento do conforto e bem-estar dos pacientes (sujeitos a menor número de procedimentos de injeção) e a redução da possibilidade de erro humano na administração de agentes terapêuticos.

Juntam-se-lhe, ainda, benefícios económicos para as instituições de saúde (menos seringas utilizadas e menor tempo disponibilizado pelos profissionais), com a consequente minimização dos custos associados ao tratamento dos doentes, além da redução do volume de resíduos hospitalares.

O desempenho da Seringa DUO será avaliado através da realização de ensaios de usabilidade e simulação em laboratórios especializados, seguindo-se um período para validação da respetiva segurança e eficácia em ambiente hospitalar, através de estudos clínicos realizados em parceria com o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra.

O projeto Seringa DUO é cofinanciado pelo COMPETE 2020, no âmbito do Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico, na vertente de copromoção, com um incentivo do FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional) de cerca de 516 mil euros para um investimento elegível de 718 mil euros.


POLIMEROS 2017
Após o sucesso alcançado em 2016, o PIEP – Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros, o DEP - Departamento de Engenharia de ...
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Após o sucesso alcançado em 2016, o PIEP – Pólo de Inovação em Engenharia de Polímeros, o DEP - Departamento de Engenharia de Polímeros da Universidade do Minho e o IPC - Instituto de Polímeros e Compósitos, em parceria com a Câmara Municipal de Guimarães, organizam a terceira edição das jornadas tecnológicas – Polímeros 2017, a terem lugar nos dias 30 de Junho e 1 de Julho no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Vila Flor, em Guimarães.

 

As jornadas Polímeros 2016 tiveram um impacto muito positivo nos cerca de 200 participantes oriundos tanto da indústria como da comunidade académica. Para tal, muito contribuíram a elevada qualidade dos oradores e a diversidade dos tópicos tratados nas suas apresentações, que suscitaram uma discussão viva e interessante. Deste modo, a 3ª edição dessas jornadas, designadas por Polímeros 2017, pretende afirmar este evento como um fórum periódico de referência de discussão técnica e científica para todos os que desenvolvem actividade no domínio da Ciência e Engenharia de Polímeros e Compósitos, nomeadamente técnicos e gestores, investigadores, docentes e estudantes.

 

A importância da cidade de Guimarães enquanto polo nacional de Ciência e Engenharia de Polímeros é indiscutível. O DEP tem vindo, há várias décadas, a formar licenciados, mestres e doutorados, que colaboram em múltiplas empresas e entidades nacionais e internacionais. O IPC e o PIEP desenvolvem uma importante actividade de investigação e de inovação científica e tecnológica, com impacto nacional e internacional.

 

Assim, durante um dia e meio, pretende-se reunir industriais do sector e alumni, estudantes, docentes e investigadores, para apresentar e discutir experiências, bem como inovações e tendências científicas, tecnológicas e de mercado, quer como apresentações orais convidadas ou como posters.

 

 

Encontre em www.polimeros.eu toda a informação acerca das Jornadas, e inscreva-se.


3D PRINTING CUBESAT BODIES FOR CHEAPER, FASTER MISSIONS
  As a first test of a new printable hard, electrically conductive plastic, ESA has 3D-printed CubeSat structures incorporating their ...
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As a first test of a new printable hard, electrically conductive plastic, ESA has 3D-printed CubeSat structures incorporating their own electrical lines. In future, such miniature satellites could be ready to go once their instruments, circuit boards and solar panels were slotted in.

 

 

“We’ve been looking into 3D printing using ‘polyether ether ketone’ – or PEEK,” explains ESA’s Ugo Lafont.

 

“PEEK is a thermoplastic with very good intrinsic properties in terms of strength, stability and temperature resistance, with a melting point up around 350ºC. PEEK is so robust that it can do comparable jobs to some metal parts.

 

“We started a project with Portuguese company PIEP and, in a technical first, we made this printable PEEK electrically conductive by adding certain nano-fillers to the material.

 


CubeSats orbiting Earth

 

 

“This kind of customising has taken place for as long as the plastic industry has existed. Plastic has been mixed with different materials to tailor their properties as desired, to make them more resistant for instance, or shinier. In this instance, this ‘doped’ PEEK filament can now be used as a standard feedstock in our 3D printing process.”

 

As a demonstration of this breakthrough, Ugo and intern Stefan Siarov from TU Delft in the Netherlands decided to print bodies for CubeSats.

 

These are cheap nanosatellites literally in a box: they are based on rugged, stackable electronic boards housed in one or more standardised 10 cm units. First developed as educational tools, CubeSats are increasingly being put to active uses in orbit.

 

“The resulting PEEK CubeSat structures would be capable of flying in space,” comments Stefan. “But these bodies are also functional, because they incorporate electrically conductive lines in place of the wire harness normally connecting up the different CubeSat subsystems.”

 

As a next step, the Materials’ Physics & Chemistry team is collaborating with ESA’s Directorate of Human Spaceflight and Robotic Exploration on a space-optimised PEEK printer for initial testing on ‘zero-g’ aircraft flights, then eventually at the service of astronauts on the International Space Station.

 

“The vision we have to enable a new maintenance strategy,” adds Ugo.

 

“Rather than just making toys with no added value, PEEK and comparable thermoplastics are robust enough to find a lot of practical uses, plus the added option of electrical functionality.

 

“Space Station crews end up needing all kinds of items, all of which currently require transport from Earth: everything from screws and water valves to hermetic containers and water valves. All of these could be 3D-printed instead – even toothbrushes – since PEEK is biocompatible.

 

“3D-printing such items in orbit would be cheaper, and would change the equation of recyclability. Because these plastic items can later be recycled, we reduce the scarcity of materials in space and start to make human missions to space more self-sustaining.”

 

Stefan meanwhile is now assessing the recyclability of other 3D-printed engineering thermoplastics at ESA’s European Astronaut Centre in Cologne, Germany.

 

“We have been taking a continuing interest into high-performance thermoplastic materials over the last decade,” comments Christopher Semprimoschnig, heading ESA’s Materials’ Physics and Chemistry Section. “The freedom that new processing options such as 3D printing offer are especially intriguing for ESA.”

 

Reflecting the relative maturity of this 3D-printed material, a small PEEK-printed structural part is due to fly on the Meteosat Third Generation series of weather satellites at the end of this decade.

 

 

http://www.esa.int/Our_Activities/Space_Engineering_Technology/3D_printing_CubeSat_bodies_for_cheaper_faster_missions